Resenha - O Diário de Anne Frank - Edição de Luxo da Galera Record

14:50

O Diário de Anne Frank não era uma livro que eu esperava ler tão cedo. Entretanto ele entrou em uma das minhas últimas compras no Submarino, porque, além do preço acessível e da edição de luxo, querendo ou não é uma leitura obrigatória. Eis que, quando chegou aqui em casa, foi o primeiro que resolvi ler. E digo mais: não me arrependi.

Conhecer a história de Anne Frank, bem como ler um pouco mais sobre a Segunda Guerra Mundial, me fez olhar ao mundo em que vivemos. Oras, naquela época, judeus foram mortos em virtude da violência e do poder de um homem que achava que eles eram inferiores. Não consigo imaginar esse povo sentia naquela época - e talvez sinta até hoje... Mas, e agora? Vivemos em paz? Claro que não. Nossas guerras mudaram e continuam a assolar a Terra. Milhões são mortos em virtude da violência e as pessoas continuam a deixar seus países em busca de paz. Aqui, travamos uma batalha contra o tráfico que também mata e destrói famílias. Nossos altos índices de assassinatos estão diretamente relacionados ao consumo de entorpecentes e é um ciclo que parece nunca ter fim.



E é por causa dessa matança desenfreada, lá na década de 1940, que conhecemos Anne Frank, um ícone no mundo inteiro. Viver escondida no Anexo Secreto não era exatamente o que ela sonhava. sonhava. Devido às circunstâncias impostas aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, essa foi a alternativa encontrada para tentar sobreviver ao holocausto.

Não sei se li  o Diário de Anne Frank tarde ou em uma boa época. Aos 25 anos, foi um dos livros mais tocantes que já passaram por minhas mãos. Um material riquíssimo de informações sobre a história do mundo em que vivemos. Além disso, os pensamentos de uma menina de 13 anos, escritos entre 1942 e 1944, ainda fazem muito sentido para os dias atuais. Leitura essencial para o aprendizado, para a construção de uma identidade e para que lutemos pela paz.

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