Sobre o dia em que conheci Letícia Wierzchowski

21:10

O coração disparou assim que coloquei os pés no Bourbon Country, em Porto Alegre. As pernas ficaram trêmulas à medida em que me aproximava da Livraria Cultura. Faltava pouco para eu conhecer a autora dos meus livros preferidos.


Quando soube que Letícia Wierzchowski estaria em uma sessão de autógrafos em Porto Alegre em um sábado, não medi esforços para poder ir. Afinal, essa era a minha vontade desde que li A Casa das Sete Mulheres.  Encontrei o livro após muita procura, em uma Livraria Cultura em São Paulo.. Depois que li, guardei-o com carinho. E então vieram outras obras da autora. Li Sal e Navegue a Lágrima - este último o meu preferido entre todos. 

A Casa das Sete Mulheres estava  guardado no fundo da bolsa desde a noite anterior, esperando apenas a oportunidade de ser autografado. Não tinha certeza absoluta se eu conseguiria o autógrafo, pois o lançamento era de outro livro, Brinca, Menino. Mas não perderia a oportunidade. No fim, fiquei arrependida de não ter levado as demais obras que tenho em casa.


Cheguei no local minutos depois de a sessão de autógrafos ter começado. Eu estava nervosa, pois nunca antes pude conhecer as pessoas que criaram minhas histórias preferidas. Na fila, na minha mente, martelava como iria introduzir uma conversa. Quando minha vez chegou, respirei fundo e entreguei meu exemplar de Brinca, Menino.


Fiquei emocionada. Afinal, foram 300 quilômetros de viagem e um plantão trocado para conseguir chegar em Porto Alegre. Letícia foi tão simpática que, se pudesse, e se não tivesse outras várias pessoas na fila, ficaria conversando por horas com ela.

Que venham as próximas sessões de autógrafos.

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