Sobre Florianópolis: Fortaleza de São José da Ponta Grossa

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Às vezes, a gente pensa que para fazer uma viagem muito legal é necessário ir para longe, passar dias fora de casa. Mero engano. Sempre há um local por perto que não conhecemos ainda. E aí, é possível fazer um passeio muito bom sem desembolsar muito dinheiro! No último final de semana, desbravamos um pouco mais a Ilha de Santa Catarina e passeamos em Florianópolis ~ cidade que será pano de fundo para algumas publicações a partir de agora. Saímos cedo de Criciúma e chegamos na Capital por volta das 11 horas. É importante salientar que na BR-101 o limite de velocidade deve ser respeitado. No Morro dos Cavalos, há diversos ~ bem expostos ~ e o limite de velocidade no local é 60 km/h. 

 Quando atravessamos a ponte, deixamos o continente e chegamos à ilha, não pude deixar de me sentir em Montevidéu. As ramblas que contornam o Rio da Prata muito me lembram os calçadões que contornam o mar. Além disso, nas duas cidades, os locais são os escolhidos pela população para a prática de atividades ao ar livre.
Hoje eu vim falar da Fortaleza de São José da Ponta Grossa: um local histórico, que conhecemos meio que por acaso. Nossa primeira intenção era visitar Jurerê Internacional, mas ao fazer breves pesquisas na internet, ficamos sabendo que ali, bem pertinho, havia a fortaleza. E eu, que não gosto nem um pouco de arquitetura histórica (sqn), fiquei louca para conhecer.

O caminho para chegar até ela é um pouco complicado. Ao chegar em Jurerê Internacional, temos que ir em direção à Praia do Forte, subir um morro íngreme, que passa apenas um carro por vez. Por isso, decidimos deixar o carro aos pés do morro e subí-lo a pé. 

A FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DA PONTA GROSSA

A Fortaleza de São José da Ponta Grossa começou a ser construída em 1740, e levou quatro anos para ser concluída. O intuito era proteger a Ilha de Santa Catarina. O local é repleto de muralhas de pedra e a construção mais antiga é a Casa do Comandante. Já em ruínas, em 1938, a construção foi considerada Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Os edifícios começaram a ser restaurados em 1992, pela Universidade Federal de Santa Catarina. Hoje, os local conta com exposições que elevam a cultura açoriana. 


Serviço

O ingresso para poder entrar no local custa R$ 8. Estudantes pagam meia.

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