Na ponta do lápis, a criatividade

13:21


A onda dos livros interativos surgiu há algum tempo no Brasil. Lembro que comecei a ler sobre em alguns blogs de literatura com Destrua Este Diário, de Keri Smith. Na época, não interessei-me muito pela obra, afinal, questionava-me por que iria comprar um livro para rasgá-lo, pintá-lo, amassá-lo, ou qualquer outra coisa do tipo.

Percebi, então que este tipo de publicação invadia as livrarias pelo país e que muitos deles estavam entre os mais vendidos. Só Destrua Este Diário vendeu mais de meio milhão de cópias. Então, neste ano, um tal de Jardim Secreto tomou conta das redes sociais, sumiu das livrarias e teve mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos no país.

Um pequeno interesse surgiu em mim. Procurei por todas as livrarias na minha cidade e nada de encontrar o bendito. Em todos os lugares que ia, o livro estava esgotado. Em Porto Alegre fui em várias Saraiva, Fnac, Livraria Cultura e nada. O curioso: encontrei o livro no Giassi Supermercados. Não preciso dizer que corri para conseguir o meu exemplar.

A autora Johanna Bashford traz uma diversidade em detalhes e assim, é possível passar horas e horas pintando para deixar a obra uma perfeição. Como tenho um artigo de pós-graduação para terminar e o trabalho, não consegui pintar muitas páginas... ainda.






Outro livro interativo que está na minha estante é 1 Página de Cada Vez. Nele, o autor Adam J. Kurtz,  traz 365 atividades para serem completadas durante um ano. Cada um dos exercícios nos fazem pensar e realmente colocar em prática da criatividade. O livro nos convida a desenhar, escrever e fazer coisas que nunca havíamos antes feito.

Comprei primeiro o 1 Página de Cada Vez, mas confesso que ele ficou um pouco de lado depois que o Jardim Secreto chegou aqui em casa. Prometo que ainda vou terminá-lo.




Por fim, aderi à onda dos livros interativos e percebi que estas publicações não são intocáveis e nem imutáveis.

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