Lançamentos literários Junho 2015 + desejado

Quem concorda comigo que o ano está passando voando? Maio está quase no fim e junho está com o pé na porta. Para o próximo mês, as editoras capricharam na publicação de livros. Por isso, separei alguns que estarão nas livrarias logo logo.

Isla e o Final Feliz, trazido ao Brasil pela Editora Intrínseca, é um dos que eu mais aguardo. De Stephanie Perkins, já li Ana e o Beijo Francês e Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Todos me renderam momentos de descontração. Acho que assim como os demais, Isla não deve me decepcionar, até porque há participações especiais dos nossos queridos personagens das demais publicações da autora!


Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes. Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público apresentados em livros anteriores da autora, Isla e o final feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, um desfecho que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.

A Intrínseca também lança a edição comemorativa de Quem É Você, Alasca?, que ressalta os dez anos (!!!) do primeiro lançamento de John Green. Esta edição é capa dura e com cenas extras, cortadas da edição original. Ansiosa para poder ver de perto e contar tudinho depois! Ah, e a resenha de Quem É Você, Alasca? está aqui no blog, clique aqui para conferir.

Miles Halter estava em busca de um Grande Talvez. Alasca Young queria descobrir como sair do labirinto. Suas vidas colidiram na Escola Culver Creek, e nada nunca mais foi o mesmo. Miles Halter levava uma vidinha sem graça e sem muitas emoções (ou amizades) na Flórida. Ele tinha um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história. Uma dessas personalidades, François Rabelais, um poeta do século XV, disse no leito de morte que ia “em busca de um Grande Talvez”. Para não ter que esperar a morte para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para a Escola Culver Creek, um internato no ensolarado Alabama. Lá, ele conhece Alasca Young. Ela tem em seu livro preferido, O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, a pergunta para a qual busca incessantemente uma resposta: “Como vou sair desse labirinto?” Inteligente, engraçada, louca e incrivelmente sexy, Alasca vai arrastar Miles para seu labirinto e catapultá-lo sem misericórdia na direção do Grande Talvez. Miles se apaixona por Alasca, mesmo sem entendê-la, mesmo tentando sem sucesso decifrar o enigma de seus olhos verde-esmeralda.

Já falei quantas vezes aqui que Gayle Forman virou uma das minhas autoras favoritas? Com os dramas densos e cheios de histórias de amor ela me cativou. E, desta vez, é a Editora Arqueiro quem traz lançamento dela. Eu Estive Aqui vai estar nas livrarias, também em junho! A resenha também está aqui no blog, clique aqui para conferir.

Quando sua melhor amiga, Meg, toma um frasco de veneno sozinha num quarto de motel, Cody fica chocada e arrasada. Ela e Meg compartilhavam tudo... Como podia não ter previsto aquilo, como não percebera nenhum sinal? A pedido dos pais de Meg, Cody viaja a Tacoma, onde a amiga fazia faculdade, para reunir seus pertences. Lá, acaba descobrindo muitas coisas que Meg não havia lhe contado. Conhece seus colegas de quarto, o tipo de pessoa com quem Cody nunca teria esbarrado em sua cidadezinha no fim do mundo. E conhece Ben McCallister, o guitarrista zombeteiro que se envolveu com Meg e tem os próprios segredos. Porém, sua maior descoberta ocorre quando recebe dos pais de Meg o notebook da melhor amiga. Vasculhando o computador, Cody dá de cara com um arquivo criptografado, impossível de abrir. Até que um colega nerd consegue desbloqueá-lo... e de repente tudo o que ela pensou que sabia sobre a morte de Meg é posto em dúvida. Eu estive aqui é Gayle Forman em sua melhor forma, uma história tensa, comovente e redentora que mostra que é possível seguir em frente mesmo diante de uma perda indescritível.


Por fim, outro lançamento da Arqueiro me chamou  atenção. O que eu quero pra mim, de Lycia Barros, é uma história que trata de descobrimentos, e claro amor. Como tenho paixão por romances também entra nesta lista!

Alice é independente, bem-sucedida profissionalmente e muito ambiciosa. Além do sucesso no trabalho, tem um namorado que é o sonho de qualquer mulher: lindo, apaixonado, louco para se casar e ter filhos. Mas ela não é qualquer mulher, e acha que a carreira vem antes de tudo. Então, quando Casseano a coloca contra a parede e exige mais espaço em sua vida, os dois entram em um impasse e acabam se separando. Em poucos dias, Alice sente que o fim do relacionamento está sendo mais duro do que esperava. Para piorar, o trabalho entra em crise e sua sócia, preocupada com a saúde da amiga, a obriga a se afastar por um tempo. As férias a ajudarão a arejar a cabeça e voltar mais produtiva. Com tudo dando errado ao mesmo tempo, Alice aceita a sugestão e compra uma passagem para Londres. Chegando lá, mergulha numa profunda jornada de autodescobrimento e percebe o que realmente importa para ela.O que eu quero pra mim é um romance inspirador, que fala sobre a importância de conhecer a si mesmo e descobrir as próprias necessidades antes de trilhar de forma plena o caminho do amor.

BÔNUS!

O lançamento já é de maio, mas entra aqui como o desejado. Sou fã de Letícia Wierzchowski há anos. Desde que li A Casa das Sete Mulheres sou louca pelos livros dela. A maneira intensa como ela escreve é algo que me chama atenção. São personagens fortes e marcantes. Em maio, a Intrínseca lançou Navegue a Lágrima, que está com um trabalho gráfico lindo. Além da capa maravilhosa, o livro é todinho em letras azuis! Muito amor. O lançamento do livro foi na última semana, em Porto Alegre, mas ocorreu em uma terça-feira. Como trabalho, foi impossível percorrer os mais de 300 quilômetros para conseguir um autógrafo. Mas quem sabe um dia, não é? Por isso, o bônus é Navegue a Lágrima. Não porque seja difícil comprá-lo, essa é a parte fácil. O desejo mesmo é conseguir um exemplar autografado!

Uma casa de praia, num idílico balneário no Uruguai, é o cenário de duas histórias de amor e perdas, separadas no tempo. Consumida pelo luto, a editora Heloísa escolhe se afastar da cidade onde morava e levar uma vida de isolamento na residência de veraneio que pertenceu à Laura Berman, uma escritora consagrada. Entre muitos drinques, cercada de pertences e memórias dos antigos moradores, Heloísa começa a ser visitada pelas lembranças guardadas entre aquelas quatro paredes: a correria de crianças, dias de sol preguiçosamente passados à beira da piscina, o romance terno de Laura e seu marido Leon. Se é delírio ou magia, a nova moradora não consegue distinguir. Aos poucos, enquanto revira baús, ela mergulha no universo conflituoso da escritora, descobre pequenas traições cotidianas e o inexorável desgaste realizado pela passagem do tempo nas relações mais sólidas. Essa compreensão permite que, lentamente, Heloísa consiga enfrentar seus próprios fantasmas e desvelar a história de uma grande paixão.


{Resenha} I Was Here (Eu Estive Aqui) - Gayle Forman

Quando li Se eu ficar, não imaginava que eu ia me transformar em uma fã de Gayle Forman. Após a leitura, corri para a livraria comprar Para Onde Ela Foi. Na última semana finalizei mais uma obra da autora: I Was Here (Eu estive aqui). Este último ainda vai ser lançado no Brasil, pela Editora Arqueiro, por isso, li a obra completa em inglês. 

Comprei a edição de bolso britânica de I Was Here na Livraria Cultura, em Porto Alegre. Na verdade, eu nem procurava por ele, contudo, me chamou a atenção quando eu estava olhando o que havia na seção dos importados. 



Comecei a leitura com medo de não chegar ao final do livro por achar difícil compreender o enredo em outra língua. Mas, eu estava completamente enganada. A escrita e as palavras utilizadas pela autora são simples e segue (óbvio) os mesmos padrões das demais publicações de Gayle Forman

A autora gosta de escrever histórias e inserir músicos nela. Tanto em I Was Here quanto nos outros dois livros que li, há personagens fortes e que tocam em uma banda ~ e claro que as mocinhas os namoram (não, não é spoiler!).

Em I Was Here (Eu estive aqui), Gayle Forman cria um drama bastante denso, mas que mistura momentos de comédia e romance. O tema escolhido é polêmico. A história começa quando Cody lê a carta de suicídio da melhor amiga. Porém, ela não aceita a morte de Meg e tenta descobrir os reais motivos que a levaram a ser encontrada sem vida em um quarto de hotel. 

Cody é tem personalidade forte. Diferente da Mia (de Se eu ficar), é uma personagem mais profunda. É mais fácil sentir-se como a Cody e, por isso, eu acho, a leitura fluiu melhor. Cody é determinada e trabalha duro para conseguir alcançar os seus objetivos. E eu acabei torcendo muito por ela. 

Como a edição é de bolso, não há nada muito sofisticado

Nesta narrativa de Gayle Forman, eu senti momentos de profunda ansiedade, que me fizeram não querer largar o livro em nenhum só momento. Por isso eu recomendo vocês correrem para a livraria comprar Eu estive aqui assim que a Editora Arqueiro lançá-lo em português!

Vídeo Resenha Cidades de Papel

Meu marido e eu entramos na onda de produzir vídeos e colocá-los no Youtube! Produzimos um muito legal em que comentamos sobre a terceira temporada de Arrow e publicamos lá na Estante do Thiago! Então, também criei coragem para organizar meu antigo canal e utilizá-lo juntamente com o blog aqui!

Para "inaugurar"o canal, fiz um vídeo comentando sobre tudo o que eu achei ~  de bom e de ruim ~ sobre Cidades de Papel! Dá um play aí para conferir!

 

Na ponta do lápis, a criatividade


A onda dos livros interativos surgiu há algum tempo no Brasil. Lembro que comecei a ler sobre em alguns blogs de literatura com Destrua Este Diário, de Keri Smith. Na época, não interessei-me muito pela obra, afinal, questionava-me por que iria comprar um livro para rasgá-lo, pintá-lo, amassá-lo, ou qualquer outra coisa do tipo.

Percebi, então que este tipo de publicação invadia as livrarias pelo país e que muitos deles estavam entre os mais vendidos. Só Destrua Este Diário vendeu mais de meio milhão de cópias. Então, neste ano, um tal de Jardim Secreto tomou conta das redes sociais, sumiu das livrarias e teve mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos no país.

Um pequeno interesse surgiu em mim. Procurei por todas as livrarias na minha cidade e nada de encontrar o bendito. Em todos os lugares que ia, o livro estava esgotado. Em Porto Alegre fui em várias Saraiva, Fnac, Livraria Cultura e nada. O curioso: encontrei o livro no Giassi Supermercados. Não preciso dizer que corri para conseguir o meu exemplar.

A autora Johanna Bashford traz uma diversidade em detalhes e assim, é possível passar horas e horas pintando para deixar a obra uma perfeição. Como tenho um artigo de pós-graduação para terminar e o trabalho, não consegui pintar muitas páginas... ainda.






Outro livro interativo que está na minha estante é 1 Página de Cada Vez. Nele, o autor Adam J. Kurtz,  traz 365 atividades para serem completadas durante um ano. Cada um dos exercícios nos fazem pensar e realmente colocar em prática da criatividade. O livro nos convida a desenhar, escrever e fazer coisas que nunca havíamos antes feito.

Comprei primeiro o 1 Página de Cada Vez, mas confesso que ele ficou um pouco de lado depois que o Jardim Secreto chegou aqui em casa. Prometo que ainda vou terminá-lo.




Por fim, aderi à onda dos livros interativos e percebi que estas publicações não são intocáveis e nem imutáveis.

TAG - Confissões de um bibliófilo

Uma das coisas que eu mais adorava quando mantinha o blog de forma literária firmemente era responder a TAGs. Navegando pelo Livros e Blábláblá, encontrei uma muito interessante e fiquei com vontade de responder. A Juh Sutti respondeu em vídeo, mas como eu não sou muito amiga da câmera, vou fazer de forma escrita mesmo.



1 ~ Qual é o gênero de literatura que você se mantém longe?

Resposta: Difícil. Gosto de ler uma variedade de coisas. Quase tudo é bem vindo na minha estante. Mas alguns tipos de literatura não se encaixam comigo. Por exemplo, não curti as obras de literatura erótica e não gosto de livros de auto-ajuda. Também não me encaixo com os livros espíritas e nenhum outro cujo cunho seja muito religioso.

2 ~ Qual livro você tem na estante e tem vergonha de não ter lido?

Resposta: Tenho uma série de livros não lidos na minha estante. Acho que dos mais antigos, me envergonho de não ter lido algumas das obras de Dan Brown. Recentemente, de não terminar A Guerra dos Tronos ainda.

3 ~ Qual o seu pior hábito enquanto leitor?

Resposta: Meu pior hábito enquanto leitor é começar um livro e não terminar. Digo isso, porque já fiz com várias obras. Começo, leio 100 páginas e depois abandono e pego outro. E a história se repete. Tenho trabalhado nisso para conseguir me concentrar mais.

4 ~ Você costuma ler a sinopse antes de ler o livro?

Resposta: SIIM! Quando estou em uma livraria, me perco na quantidade de obras oferecidas e sempre fico em dúvida sobre qual livro irei levar para casa. Por isso, pego os que mais me chamaram a atenção e leio as sinopses.

5 ~ Qual o livro mais caro da sua estante?

Resposta: Acho que as primeiras edições de Harry Potter são os mais caros da minha estante. Na época, lá em 2001, 2002, 2003 e 2004, eles custavam muito caro durante o lançamento. Acho que chegava a ultrapassar os R$ 40. Ah, e tem também o primeiro livro da série Game Of Thrones. Comprei A Guerra dos Tronos por mais de R$ 50 (shame). Os demais, consegui em promoção nas Americanas por R$ 19,90 casa. Mas, fora estes, recentemente tenho pago uma média de R$ 30, ou menos, nos livros que compram.

6 ~ Você compra livros usados/em sebo?

Resposta: Ultimamente não tenho comprado tantos livros assim e os que eu comprei eram lançamentos. Mas antigamente, cansei de comprar em sebos. Havia alguns perto de casa.

7 ~ Qual é a sua livraria (física) preferida? 

Resposta: Minha livraria física preferida, com certeza, é a Livraria Cultura. Acho que tudo por lá me faz bem. O ambiente é agradável e igual em qualquer uma das filiais que eu vá. Além disso, lá é possível encontrar as mais diversas obras, em edições nacionais e importadas. Já gastei muito meu dinheiro por lá e encontrei livros que não encontro em outros locais.

8 ~ Qual é a sua livraria online preferida? 

Resposta: Não sou muito fã de comprar os livros online. Uma vez comprei na Saraiva e nunca recebi, outra vez comprei no Submarino, veio com a lombada estragada. Mas, entre todos, acho que prefiro acho que ainda prefiro o Submarino e a Livraria Cultura.


9 ~ Você tem um orçamento (mensal) para comprar livros?
Resposta: Não. Compro sempre que "me dá na telha"

Navegue a Lágrima

Conheci o trabalho de Letícia Wierzchowski não faz muito tempo. Entretanto, o tempo foi suficiente para que meu coração se enchesse de euforia a cada vez que vejo um lançamento ser anunciado. E assim fiquei na última semana quando a autora publicou no Facebook a capa de Navegue a Lágrima.

O novo romance de Letícia tem este como previsão este mês  estar disponível nas livrarias de todo o Brasil. Contudo, a obra já pode ser adquirida na pré-venda de alguns sites, como o da Livraria Saraiva.

É comum nas histórias da autora gaúcha, pelo menos naquelas que li, uma casa ser o palco principal da narrativa. Foi assim em A Casa das Sete Mulheres, foi assim em SAL e será assim em Navegue a Lágrima.


A nova trama apresentará aos leitores a trajetória de Heloísa, que decide sair de São Paulo e viver em uma península uruguaia. Ela ocupará a casa de uma família que conheceu de longe, mas lá estarão os fantasmas dos antigos ocupantes? A resposta só depois de ler o romance.

Tal como SAL, almejo uma narrativa intensa e que retrate os personagens de uma forma profunda e tocante. Espero, assim como aquelas que ocupavam A Casa das Sete Mulheres, que esperavam anos pelos seus homens em batalha, que sejam fortes.

ps: Como a vida é feita por esperas, aguardo uma sessão de autógrafos em Porto Alegre, e em um dia de folga, para rodar tranquilamente os mais de 300 quilômetros. Tudo isso para poder ganhar um autógrafo!


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