Resenha ~ Cidades de Papel ~John Green

11:40

Meu primeiro contato com as histórias de John Green ocorreu em 2012, quando li A Culpa é das Estrelas. Fiquei dias com um nó na garganta e matutando sobre a narrativa. Na época, o livro tinha virado febre e eu queria saber o motivo de tantos comentários. Foi então que conheci uma das histórias mais tristes que já li.

A narrativa de Green me proporcionou momentos de risadas e de lágrimas ~ que literalmente escorriam pelo meu rosto. Tive uma experiência semelhante, anos mais tarde, quando li Quem é Você Alasca?, que me apresentou personagens instigastes.

 Quando comprei Cidades de Papel, 1) porque a trama vai virar filme e 2) porque sentia a necessidade de ler mais um livro de Green, criei uma expectativa muito grande. Mas como a vida acaba nos ensinando, nunca crie expectativas. As minhas não foram correspondidas.


Queria muito ter sido surpreendida, mas isso não aconteceu e Cidades de Papel se tornou apenas mais um livro na estante. Como de costume, a narrativa é em primeira pessoa, e quem dá vida à obra é Quentin. No último ano do Ensino médio, ele embarca em uma das maiores aventuras de sua vida. 

Quentin costuma dizer que todo mundo tem um milagre, e o dele era ser vizinho de Margo, uma jovem destemida e bastante curiosa. Quando pequenos, os dois eram bastante ligados, mas com o passar do tempo a relação dos dois se torna bastante cordial. Porém, uma certa noite, Margo invade a janela de Quentin e os dois embarcam em uma aventura.

Contudo, o que ele não imaginava era que depois disso, ele não mais a veria. Margo havia sumido da cidade, da escola e parecia que ninguém era capaz de encontrá-la. Mas Quentin acaba encontrando várias pistas e resolve seguí-las. E é nesta parte que Green deixa a narrativa um tanto quanto maçante. Parece que a história não desenvolve e então, para mim, o livro acabou tornando-se chato. De qualquer forma, eu recomendo a leitura, que de alguma forma pode render um pensamento diferenciado.

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