Um domingo em Belo Horizonte

10:43

Nosso tempo para fazer turismo quando estávamos em Belo Horizonte foi bastante curto. Chegamos no Aeroporto de Confins na manhã de sábado e partimos rumo à área central da capital de Minas Gerais para almoçar. Rodamos cerca de 30 quilômetros até chegar ao shopping. Ainda na estrada, percebemos o quão diferente a região é do Sul do Brasil. Enquanto por aqui viajamos quilômetros e quilômetros com o verde sempre ao lado das rodovias - algumas bastante floridas, como a Freeway -, por lá não havia cor na vegetação.


Mas isso não nos impediu de apreciarmos o restante do caminho. Passamos pela frente da Cidade Administrativa, uma baita construção que abriga o governo estadual de Minas Gerais. Depois, o entorno da rodovia não continuou tão bonito assim... Pelo menos até acharmos o caminho para chegar à região da Pampulha. Naquele dia, como havia o Circuito Banco do Brasil, a região estava bastante movimentada. O restinho do sábado passamos no hotel - que eu já falei um pouco aqui. Perto das 17 horas partimos para o Mineirão conferir os shows. Hora de turistar! Apenas o domingo foi reservado para turistar. Saímos cedo do hotel e pegamos o carro em direção à Lagoa da Pampulha. Estava cheio de gente por ali. Muitos utilizavam o espaço para correr e praticar exercícios físicos, outros estavam aproveitaram apenas para passear com a família. Os turistas como eu, batiam fotos e faziam selfies de todos os ângulos.



A Lagoa da Pampulha é ótima para passar uma manhã - ou até menos. Tem até um parque de diversões na redondeza! Por ali há um complexo arquitetônico, e entre as intervenções que eu mais gostei está a Igreja de São Francisco, que foi desenvolvida sob a perspectiva do prefeito da época, Juscelino Kubitschek. Foi Oscar Niemeyer o responsável pela arquitetura e Cândido Portinari foi quem deu vida às pinturas dos azulejos. Não tem como negar que a igreja é um charme e atrai todo o tipo de turista. Ao sair da igreja, basta olha para frente e se deparar com o Mineirinho e o Mineirão refletindo na água . Ao deixar a região da Pampulha, fomos direto ao Centro Histórico da cidade. Passamos pela biblioteca pública, onde há estátuas dos escritores Otto Lara Resende, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Hélio Pellegrino. Ao atravessar a rua estávamos na Praça da Liberdade, um dos pontos mais charmosos que conheci na cidade.



Assim que pisamos na praça, parecia que voltamos anos e anos no tempo, já que é rodeada de diversos prédios antigos, que hoje abrigam museus, e rodeado de palmeiras reais. Conheci o Circuito Cultural do Banco do Brasil. O local que abrigava a secretaria de segurança pública de Minas Gerais agora é cheio de obras de arte, sendo uma delas e Picasso. Para encerrar o passeio e pegar o caminho de volta ao aeroporto, passamos pelo BH Shopping. Ali comemos, descansamos, vimos um filme e compramos!

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