[Minha rotina de beleza] Sabonete em Gel Equilíbrio Nutritivo - Nivea Facial

Na correria do dia a dia, a gente não para pensar em tudo o que pode prejudicar a nossa pele. Além da maquiagem, que muitas vezes, a gente esquece de tirar, a poluição é também um grande vilão. Por isso, todo o cuidado é fundamental. São várias as opções de produtos que a gente encontra na prateleira do supermercado mesmo. Uma delas, a linha facial da Nivea, me chamou bastante atenção. Coloquei no carrinho, louca para experimentar. 

Antes de comprar os produtos da Nivea, eu era bastante desleixada. Tinha dias que a única água que meu rosto via era a do chuveiro mesmo, na hora do banho. Oras. Mas, percebi que meu rosto estava seco, sem vida, ressecado. Foi então que deu o estalo e, sim, eu tinha que tomar providências. 


Agora, minha rotinha de beleza começa ao acordar. Levanto, enxáguo o rosto, coloco um pouco do Sabonete em Gel Equilíbrio Nutritivo - Nivea Facial e sem seguida passo o hidratante. Nesses dias que tenho utilizado os produtos, percebi que minha pele tem ficado mais macia, com vida mesmo. A vermelhidão diminuiu e sinto ela mais limpa. 

Mas, vamos ao sabonete. Como eu falei, o uso do Sabonete em Gel Equilíbrio Nutritivo é a primeira parte da minha rotinha diária de beleza. A embalagem, em forma de bisnaguinha vem com 150ml do produto. Rende bastante. 


A embalagem promete limpar profundamente e equilibrar a hidratação natural da pele. E eu acho que limpa. Sinto-me mais leve. E, ao passar o produto, sinto uma sensação de frescor. Uso uma vez pela manhã e outra durante a noite, antes de dormir. 

Gel para pés e pernas cansadas

Por todo o lugar que ando, há sempre um produto da marca Granado presente. Nos shoppings, em Porto Alegre, há sempre uma destas pharmácias, mas eu nunca dei muita atenção, até poucos dias atrás. Saí de casa com o intuito de comprar apenas um creme para as mãos, porém, acabei voltando com itens além.

Na prateleira da farmácia, estava toda a Linha Pink da Granado, que oferece cuidados para várias partes do corpo. Entretanto, o que mais chamou a minha atenção foi o Gel para Pés e Pernas Cansadas. Eu ainda não tinha experimentado nenhum produto da marca ~ agora quando voltar aos shoppings de Porto Alegre, com certeza visitarei as lojinhas. E, agora, pretendo ter toda a linha e garantir os cuidados comigo mesma. 



Então, ao chegar em casa, tomei um banho. Daqueles bem relaxantes.  Coloquei o pijama e deitei. Espalhei um pouco do gel nas pernas e pés e esperei o produto agir. O cheiro é gostoso, com toques de menta. A consistência é também ótima. Depois de um tempo, senti uma refrescância difícil até de explicar. Contudo, bem gostosa e relaxante. 


O Gel para Pés e Pernas Cansadas da Granado é excelente para ser usado depois daqueles dias cansativos, que a gente passa a maior parte do tempo de pé, andando de um lado para o outro. Depois de bater muita perna fazendo compras, ou simplesmente para relaxar depois do expediente cansativo.

O desafio de ler em outros idiomas

Uma ida à livraria foi o suficiente para que o desejo de ler em outro idioma despertasse em mim. Minha vontade aguçou ainda mais quando, em uma das prateleiras da Livraria Cultura, encontrei uma obra de Gayle Forman que ainda não havia sido publicada no Brasil ~ cerca de um mês depois estava em todas as livrarias. Mesmo que o custo dos livros importados seja extremamente caro ~ principalmente por um pocket book ~ a experiência valeu muito.

Para mim, hoje, ler em um idioma diferente do português ~ e que eu tenha o mínimo de conhecimento ~ é um desafio e um aprendizado. É uma forma de manter a outra língua ainda viva em minha mente, para que eu não esqueça como utilizá-la, já que é difícil eu falar algo além do português no meu dia a dia.



No começo pode parecer difícil, mas assim que a gente se acostuma com o modo de escrever do autor e as palavras utilizadas, a leitura acaba fluindo bem... E, no fim, acabo conhecendo antes os best sellers, que às vezes demoram meses para chegar ao Brasil. Não que eu esteja desvalorizando o mercado nacional, mas é uma forma que encontrei de aprender coisas novas.

Neste ano, li poucos livros em outros idiomas: apenas I Was Here e Volver del Abismo. Em andamento, tenho After You, de Jojo Moyes. Li pouco, mas porque 2015 foi um ano de poucas leituras em geral ~ mais do que em 2014 e mais do que 2013, mas mesmo assim poucas.



[Resenha] Como eu era antes de você - Jojo Moyes

Saber que certos livros ganharão adaptações para o cinema me incentivam a querer - ao menos - conhecer a história. Foi assim com Cidades de Papel, de John Green, e foi assim com Como eu era antes de você, de Jojo Moyes. Eu adoro as obras da autora e saber que Emilia Clarke dará vida a uma heroína de Moyes fez com que eu parasse de procrastinar e iniciasse de uma vez por todas a leitura.



Tudo bem que a adaptação vá estrear nas telonas apenas em junho, e que eu teria bastante tempo para ler com calma. Mas Como eu era antes de você é uma daquelas obras que a gente pega e não tem vontade de largar. A leitura é leve, gostosa e Louisa Clark é o tipo de personagem que te faz entrar na história de uma forma que se torna impossível sair.

Como eu era antes de você foi o primeiro e-book que consegui terminar no meu Kobo ~ depois de dois anos com ele, alguma hora isso tinha que acontecer. Eu acho difícil ler no leitor digital. Para mim a leitura não flui, as páginas parecem infinitas e tudo isso acaba tornando os livros um tanto quanto cansativos.



Mas, de alguma forma, Moyes sabe como conduzir uma história. Ela apresenta os altos e baixos da vida do personagem de forma que prende o leitor a cada página. À noite, sempre dá aquela vontade de ler só mais a próxima página e nunca parar.

Em Como eu era antes de você, a autora trabalhou um tema polêmico. Esse é o segundo livro que leio cujo tema central é o suicídio. Contudo, diferente de I was here, de Gayle Forman, Moyes trata sobre o suicídio assistido. Não sei se deve ter sido fácil para ela escrever sobre isso.

Porém, muito além do debate levantado, Moyes nos conta uma história de amor. A história de Louisa e Will, que foram criados em mundos completamente diferentes, contudo, acabam se encontrando. Bom, já não deve mais ser spoiler para você ~ pelo menos eu acho ~ que Louisa é contratada para cuidar de Will, que depois de um acidente de trânsito acabou perdendo os movimentos do corpo. A obrigação dela é fazer com o homem sinta vontade de viver.

Louisa é o tipo de garota, com seus 27 anos, que está conformada com a vida. Trabalha para ajudar com o orçamento doméstico, que está sempre apertado, e namora Patrick há sete anos. Conseguiu o emprego junto a Will, assim que foi demitida da cafeteria onde trabalhava. Will é totalmente o contrário. Se antes tinha uma vida intensa em Londres, agora vive apenas em casa. Contudo, incentiva Clark a abrir os horizontes, conhecer coisas novas e não se acomodar na vida.

Não vou contar o final, embora eu já suspeitasse como a autora colocaria o último ponto final. Mas, a cada página virada, eu ainda tinha esperança de que fosse diferente, de que fosse o final que eu havia imaginado.

Para encerrar: por que não li antes? 


Cinco livros que ainda quero ler em 2015

Ao virar a folhinha do calendário, percebi que já estamos nos aproximando do fim do ano. Para mim, 2015 foi o ano de voltar a ler e tentar, aos poucos, comentar minhas leituras por aqui.

Foram poucos os livros lidos neste ano. Contudo, há muita coisa na estante que quero devorar. Para mostrar para vocês minhas projeções literárias para dezembro (que podem ser alteradas sem aviso prévio) publiquei um vídeo no canal do Youtube.
 

Na lista há vários autores bons, como Jojo Moyes. Mostrei Em Busca de Abrigo, mas nesse período acabei lendo Como eu era antes de você e estou pronta para começar a sequência: After You. Ainda tem dois livros de Letícia Wierzchowski. Estou ansiosa para ler Um Farol no Pampa ~ continuação de A Casa das Sete Mulheres (❤︎) ~ e conferir a história da imigração polonesa em Uma Ponte Para Terabim. Tem ainda outros dois livros bastante comentados no mundo da blogosfera: O Príncipe dos Canalhas, de Loretta Chase, e A Menina que Não Sabia Ler, de John Harding.

Resenha - O Diário de Anne Frank - Edição de Luxo da Galera Record

O Diário de Anne Frank não era uma livro que eu esperava ler tão cedo. Entretanto ele entrou em uma das minhas últimas compras no Submarino, porque, além do preço acessível e da edição de luxo, querendo ou não é uma leitura obrigatória. Eis que, quando chegou aqui em casa, foi o primeiro que resolvi ler. E digo mais: não me arrependi.

Conhecer a história de Anne Frank, bem como ler um pouco mais sobre a Segunda Guerra Mundial, me fez olhar ao mundo em que vivemos. Oras, naquela época, judeus foram mortos em virtude da violência e do poder de um homem que achava que eles eram inferiores. Não consigo imaginar esse povo sentia naquela época - e talvez sinta até hoje... Mas, e agora? Vivemos em paz? Claro que não. Nossas guerras mudaram e continuam a assolar a Terra. Milhões são mortos em virtude da violência e as pessoas continuam a deixar seus países em busca de paz. Aqui, travamos uma batalha contra o tráfico que também mata e destrói famílias. Nossos altos índices de assassinatos estão diretamente relacionados ao consumo de entorpecentes e é um ciclo que parece nunca ter fim.



E é por causa dessa matança desenfreada, lá na década de 1940, que conhecemos Anne Frank, um ícone no mundo inteiro. Viver escondida no Anexo Secreto não era exatamente o que ela sonhava. sonhava. Devido às circunstâncias impostas aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, essa foi a alternativa encontrada para tentar sobreviver ao holocausto.

Não sei se li  o Diário de Anne Frank tarde ou em uma boa época. Aos 25 anos, foi um dos livros mais tocantes que já passaram por minhas mãos. Um material riquíssimo de informações sobre a história do mundo em que vivemos. Além disso, os pensamentos de uma menina de 13 anos, escritos entre 1942 e 1944, ainda fazem muito sentido para os dias atuais. Leitura essencial para o aprendizado, para a construção de uma identidade e para que lutemos pela paz.

[Resenha] Neptuno - Letícia Wierzchowski

A leitura de alguns livros foi necessária para que  eu compreendesse que embarcar em uma obra de Letícia Wierzchowski é muito mais do que conhecer uma nova história. É poesia. É jogo de palavras. É sentir. Chorar.

Depois de terminar Navegue a Lágrima, Sal e A Casa das Sete Mulheres, senti que precisava mais da autora. Conhecê-la de perto, e descobrir uma pessoa simpática e emocionada com o reconhecimento do trabalho literário, despertou em mim a ânsia de ir em busca de mais material. Se em grandes livrarias eu não encontrava as obras antigas, optei pela internet. E quando encontramos promoção, o melhor é não esperar. 

Escolhi quatro livros assinados por Letícia, entre eles Um Farol no Pampa, continuação de A Casa das Sete Mulheres e desejado há muito tempo. Espero tão logo poder voltar aos campos do Sul em um tempo tão distante. Também chegou Uma Ponte Para Terabin, Os Getka e Prata do Tempo.



Enquanto as encomendas não chegavam, encontrei em uma livraria de Porto Alegre o que veio a se tornar o objeto desse texto, mesmo que eu ainda não o tenha introduzido aqui. A capa, desde o primeiro momento me chamou a atenção. Com fundo claro e imagem vermelha, logo imaginei que um crime sondava a narrativa. Comecei a leitura lá mesmo. Procurei um banquinho e li os primeiros capítulos. Depois paguei para que ele pudesse definitivamente ser meu.

Já falei demais sobre mim por aqui. Vamos à obra.

Neptuno. Esta é a palavra que dá nome ao romance e ao balneário onde boa parte da história se passa. Narrado pelo advogado Key, o livro retrata a vida de M. Aos 19 anos ele confessa: eu matei uma pessoa.

A partir daí, Key nos conta todas as etapas que levaram o menino M. a cometer um crime tão grave. Tudo começa quando ele decide passar temporada de verão com os avós em Neptuno, uma praia como outra qualquer, pacata no inverno e um pouco mais badalada nos meses mais quentes. Naquele balneário, M. conheceu June. Aos 15 anos, a jovem era bastante falada pela cidade e os dois acabaram se envolvendo em um romance. 


A cada encontro, Key se afeiçoa mais com M. Aquele menino simpático, que viveu a vida inteira com um pai distante e desinteressado pela vida do próprio filho. A mãe também não foi a das melhores. 

O texto é bastante curto, embora profundo, como sempre. A leitura é rápida. Um fato a destacar é que os acontecimentos são retratados de forma leve. E alguns pontos importantes são colocados de forma bastante sutil.  Key, o narrador, dá algumas voltas até chegar ao ponto auge da narrativa: como M. cometeu o assassinato. Para muitos, em resenhas que li na internet, isso incomodou. Contudo, não para mim. 

Enfim, para terminar esse texto, aconselho a leitura de Neptuno. Um livro curto, bem escrito. E o melhor: faz parte da literatura brasileira.


[TAG] Li até a página 100 e... Em Busca de Abrigo - Jojo Moyes

Jojo Moyes é uma das minhas autoras favoritas da atualidade e quem me acompanha aqui no blog sabe disso. Por isso, Em Busca de Abrigo ~ livro que estou lendo no momento ~ será a obra que irá estrear a TAG Li até a página 100 e..., que encontrei no blog Livros e Bolinhos e também no Estante Lotada. 

Vamos lá?



PRIMEIRA FRASE DA PÁGINA 100:

Apesar de serem amigas há muitos anos, Maggie e Kate restringiam a conversa a "marido e filhos".

O QUE ESTÁ ACHANDO ATÉ AGORA?

Estou gostando bastante, embora, diferente dos demais livros que li da autora, a leitura não flui tão rápido. Mas nem por isso não estou gostando da obra. É diferente. Trata de conflitos familiares ~ tipo Um Mais Um, mas sem a comédia romântica no meio. O enredo trata de três gerações, mas ainda não sei como a história vai se encaminhar para o final.


O QUE ESTÁ ACHANDO DA PERSONAGEM PRINCIPAL?


Não há exatamente uma personagem principal. O livro fala de três mulheres de uma mesma família, mãe, filha e neta. Cada uma tem características bastante diferentes, porém fortes e que as tornam cativantes ~ pelo menos para mim.

MELHOR QUOTE ATÉ AGORA?

"Na voz dele Joy enxergava outras terras, frescos campos verdejantes, cães de caça, aldeões excêntricos e um mundo onde não havia coquetéis."

VAI CONTINUAR LENDO?

Claro. Estou curiosa para saber como a história vai se encaminhar para o final. Espero ser surpreendida pela autora.

ÚLTIMA FRASE DA PÁGINA:

"Além disso, de um modo perverso, trabalhar com o grupo ajudara a aplacar a culpa que sentira por largar Geoff, dando a si mesma uma oportunidade de, uma vez por semana, buscar reparação para os seus pecados."


[Resenha] Game of Thrones - A Guerra dos Tronos - George R.R. Martin

"The Winter is coming"



Apenas de ouvir esta frase, meu coração estremesse. Ainda faltam seis meses para o retorno de Game of Thrones à televisão, e eu prometi a mim mesma que iria ler todos os livros da série antes de acompanhar os novos episódios.

Todos os livros que estão na estante foram adquiridos por R$ 19,90 nas Americanas e esperam ansiosos para serem lidos. Com certeza, irei encontrar diversas diferenças entre as mídias, contudo, essa minha longa jornada vai me ajudar a compreender melhor todos os detalhes da adaptação. 



Comecei a ler A Guerra dos Tronos no final do ano passado, pouco antes de iniciar minha jornada pela série televisiva. No começo eu conseguia ler antes de ver os episódios, mas com o tempo, a série começou a ganhar um ritmo mais acelerado que a minha leitura e demorei um pouquinho para finalizar a obra.



A leitura fluiu bem devagar, pois acredito que não estava no espírito para este gênero literário. Mas, quando cheguei na última página, tive um sentimento de alívio. Agora só faltam mais cinco livros!

Para quem não sabe, A Guerra dos Tronos nos apresenta Westeros, seus reinos e suas casas. E todos os acontecimentos deste volume norteiam as ações que chegam nos próximos livros, bem como dá início às batalhas para ocupar o trono do rei em Porto Real. 



Claro que, durante a leitura, já notei algumas diferenças em relação à série, embora grande parte da adaptação eu tenha achado bastante fiel àquilo proposto nos livros. Alguns personagens, que só aparecem um pouco mais à frente na televisão, nos são apresentados ainda nesta história. Outros personagens, que não me lembro na adaptação estão ali também.

A idade dos personagens é também um ponto que chama a atenção de quem inicia a leitura após acompanhar a série. Enquanto na televisão, Robb e Jon Snow são interpretados por atores mais velhos, nos livros, eles possuem 14 anos. Já Daenerys, quando entregue pelo irmão a Khal Drogo, tem apenas 13!

Para concluir, acredito que a leitura é bastante válida, principalmente se você é fã da série televisiva. O livro traz algumas revelações que fazem sentido para aqueles várias teorias que rodam pela internet, principalmente sobre a origem de Jon Snow.

[Resenha] Uma curva no Tempo - Dani Atkins



Resenhar Uma Curva no Tempo sem contar a história do livro vai ser uma tarefa bastante difícil, por isso, vou tentar me distanciar dos detalhes que possam denunciar algum tipo dos desdobramentos da narrativa. Já vi muita gente falando para não iniciar o livro com grandes expectativas para não sair frustado no final. Por outro lado, já vi bastante gente elogiá-lo. Eu, contudo, iniciei a leitura sem imaginar nada. Aliás, o livro estava na minha estante parado por um bom tempo. 

Eu o comprei em alguma das minhas ida a Porto Alegre. Não resisto à compras nem na Fnac e nem na Livraria Cultura - só de pensar nelas, minha mão já coça. Então, li dois ou três capítulos e abandonei. Achei a narrativa no começo um pouco chata, não me prendia muito. Deixei de lado. Depois de alguns dias, resolvi voltar a ler e fui surpreendida com o ritmo bom que a história ganhou. 

Uma Curva no Tempo é dividido em duas partes. A primeira conta sobre o acidente que mudou para sempre a vida de Rachel e seus amigos. Eles estavam em um restaurante, comemorando a ida para a faculdade, quando um carro colidiu contra a parede em que estavam. Ela se salvou, mas passou meses no hospital e ganhou uma cicatriz no rosto, a qual ela tentava esconder. 

Na segunda metade, Rachel acorda no hospital e a vida está completamente diferente daquilo que ela se lembrava. Todos seus amigos estavam ali, ela estava noiva do namorado do colégio e tudo parecia um conto de fadas. E, ela tenta encontrar as razões para justificar o por que tudo aquilo acontecia. 


Bom, o final eu não posso contar aqui. Perderia toda a emoção dos últimos parágrafos. Mas, com certeza, posso dizer que é uma história de amor envolvente e que, lá nos últimos parágrafos vai lhe fazer chorar e querer mais e mais. Ah, Uma Curva no Tempo é o romance de estreia da autora Dani Atkins e a Editora Arqueiro, no Brasil, caprichou muito com a capa da publicação.

Da bala ao troco solidário

- Um centavo pode ser em bala? - perguntava a moça que trabalhava no caixa toda vez que eu ia em alguma loja com meus pais ou avós.

Eu devia ter em torno de uns dez anos, ou menos, quando ouvia isso. Hoje, ninguém mais faz esse tipo de pergunta. Talvez seja até mais fácil o caixa me questionar se pode ficar devendo alguns centavos do troco.

E, cada vez mais, noto isso quando vou aos supermercados. Com o passar do tempo, as práticas adotadas mudaram radicalmente. De um tempo para cá, surgiram as caixinhas de doações para as entidades que necessitam de ajuda. Lá nos primórdios nós mesmos éramos convidados a depositar as moedinhas com o dinheiro que recebíamos do troco das compras.



Mas, agora, tudo está diferente. As caixinhas desapareceram dos supermercados, entretanto, as doações continuam a ser pedidas.

- Dois centavos pode ser doação? - questiona a moça que me atendeu. Normalmente eu respondo que sim, desde que o valor pedido não seja absurdamente alto.

Antes que alguém se volte contra mim com o rumo que este texto está tomando, eu não tenho nada contra realizar estas doações. Porém, acredito que deva ser algo espontâneo. Às vezes, fico constrangida em dizer não. Porém, quando chega o final do mês, cada centavo na minha carteira se torna precioso. Afinal, de cinco em cinco eu chego a um real.

Ultimamente, o que tem me incomodado é o alto valor exigido pelos caixas ao troco solidário. Tudo tem um limite. Outro dia, fui ao mercado fazer minhas compras semanais e perguntaram se 38 centavos poderia ser doação. Oras, eu poderia ter ouvido errado, poderia ser oito. Depois aquilo soou como uma piada. Claro, 38 centavos. Com esse valor eu quase compro um bombom.

Milhões de pensamentos invadiram a minha cabeça e eu não consegui fazer a matemática para dizer o quanto eu queria de troco. Mas eu disse que não. Aqueles 38 centavos não poderiam ser doação. Mesmo assim, o moço do caixa me devolveu apenas 30 centavos, quando para facilitar, ele poderia ter me dado 35 centavos. Ainda estou pasma.


Minha vontade, da próxima vez que isto acontecer é perguntar se eu posso ficar devendo os 38 centavos. Será certo que o gerente vai ser chamado, e uma fila gigante se formará no caixa rápido. Acho que tudo nessa vida tem limite.  E vou exigir meus dois centavos de volta na carteira quando me perguntarem.

Sobre o dia em que conheci Letícia Wierzchowski

O coração disparou assim que coloquei os pés no Bourbon Country, em Porto Alegre. As pernas ficaram trêmulas à medida em que me aproximava da Livraria Cultura. Faltava pouco para eu conhecer a autora dos meus livros preferidos.

Quando soube que Letícia Wierzchowski estaria em uma sessão de autógrafos em Porto Alegre em um sábado, não medi esforços para poder ir. Afinal, essa era a minha vontade desde que li A Casa das Sete Mulheres.  Encontrei o livro após muita procura, em uma Livraria Cultura em São Paulo.. Depois que li, guardei-o com carinho. E então vieram outras obras da autora. Li Sal e Navegue a Lágrima - este último o meu preferido entre todos. 

A Casa das Sete Mulheres estava  guardado no fundo da bolsa desde a noite anterior, esperando apenas a oportunidade de ser autografado. Não tinha certeza absoluta se eu conseguiria o autógrafo, pois o lançamento era de outro livro, Brinca, Menino. Mas não perderia a oportunidade. No fim, fiquei arrependida de não ter levado as demais obras que tenho em casa.


Cheguei no local minutos depois de a sessão de autógrafos ter começado. Eu estava nervosa, pois nunca antes pude conhecer as pessoas que criaram minhas histórias preferidas. Na fila, na minha mente, martelava como iria introduzir uma conversa. Quando minha vez chegou, respirei fundo e entreguei meu exemplar de Brinca, Menino.


Fiquei emocionada. Afinal, foram 300 quilômetros de viagem e um plantão trocado para conseguir chegar em Porto Alegre. Letícia foi tão simpática que, se pudesse, e se não tivesse outras várias pessoas na fila, ficaria conversando por horas com ela.

Que venham as próximas sessões de autógrafos.

Como mudei meu estilo de vida em três semanas

Depois que a balança ultrapassou os 65 quilos, fiquei preocupada com o meu corpo. Sedentária que só eu, via os números subindo a cada dia que passava. Sabia que isso não era normal e que afetaria, se não agora, no futuro a minha saúde. Por isso, decidi: chegou a hora de cuidar mais de mim mesma.

Minha alimentação não era das melhores. Comia poucas vezes por dia, no máximo três refeições. A mais saudável delas era o café da manhã. O almoço, por diversas vezes, era hiper calórico, cheio de gorduras, sódio e tudo o que não faz bem. Salada, então, passava longe do meu prato. À noite era ainda pior. Comia o que via pela frente.

Vamos no Mc Donald`s? Sim! Vamos comprar uma pizza? Lógico! Vamos comer um hamburguer às 23 horas? É obvio!

Levantava da cama super tarde e, por vezes, mal dava tempo de fazer o serviço de casa. Quem dera sair para dar uma caminhada ou fazer algum tipo de exercício físico? Uma caminhada de leve, ajuda de alguma forma. Passava o dia cansada e sem vontade de fazer muita coisa.



Porém, quando decidi que era hora de mudar meu hábitos, resolvi fazer uma mudança radical na minha vida. O primeiro passo foi agendar uma consulta na nutricionista. Ela me deu três semanas para aprender a me alimentar melhor. Recebi um cardápio com diversas opções de comidas para comer ao menos seis vezes por dia. E estou tentando seguir da melhor maneira possível ~ às vezes, nos finais de semana fica um pouco difícil seguir uma alimentação totalmente saudável. 

Passei a incluir frutas e verduras no meu cardápio e programar mentalmente o que eu farei de almoço durante a semana. Substitui tudo o que posso para integrais. Para o trabalho, passei a levar marmitas e, assim, evito assados e frituras do mercado. Nesse período, não coloquei uma gota de refrigerante na boca!Além de tudo isso, passei a caminhar mais e deixar o carro na garagem quando preciso fazer alguma volta.



Resultado de tudo isso? 

Em vez de aumentar, os números na balança estão diminuindo. Ainda não foi muito, mas com fé e persistência sei que consigo emagrecer e ter um corpo saudável. Ah, também comecei a ficar mais disposta durante o dia todo! O esforço todo tem valido a pena!

Cris Guerra ministrará palestra em Criciúma

Pioneira em publicar os looks diários no Brasil na internet, a blogueira, publicitária, colunista e escritora Cris Guerra estará em Criciúma! Na terça-feira (21) ela ministrará uma palestra sobre como as redes sociais tornaram-se um canal produtivo e valioso para empresas quando o assunto é a projeção de imagem e posicionamento no mercado. O encontro ocorrerá na Associação Empresarial de Criciúma (Acic) às 19h30min.

No ramo da moda, por exemplo, essas ferramentas são utilizadas para construir uma identidade e estreitar o contato entre o produto e o público alvo. A palestra é organizada pelo Núcleo de Moda Sul Catarinense e pelo Sebrae através do projeto Moda Catarina. Para curtir a noite diferenciada, basta realizar as inscrições - que são gratuitas - através deste link. Corre, porque as vagas são limitadas.



Quem é Cris Guerra?

Cris Guerra é publicitária, colunista e escritora. Começou a trajetória na internet em 2007, quando escrevia o blog para Francisco, que virou livro em 2008. Alguns meses depois, estreou o primeiro blog de looks diários do Brasil, o Hoje Vou Assim. Os dois blogs a transformaram em uma formadora de opinião, moda e comportamento.

Em 2013, lançou o livro "Moda Intuitiva", que figurou na lista dos mais vendidos da Revista Veja. Hoje, Cris assina uma coluna de moda diária da Rádio BandNews FM, de Belo Horizonte, e escreve crônicas quinzenais para a revista veja BH. Neste mês, estreou como colunista na revista Pais&Filhos.

Além disso, posa como modelo todos os dias para o seu próprio blog de moda, o Hoje Vou Assim. Nos tempos mais livros, escreve um terceiro blog: o Amor e ponto. Para ela, o maior segredo é fazer tudo isso com muita espontaneidade e verdade.  



{Resenha} Navegue a Lágrima - Letícia Wierzchowski

Quisera eu poder ter o dom de saber lapidar as palavras. Unir as letras de tal forma que transforme um texto corrido em poesia. Quisera eu saber prender o leitor do início ao fim da narrativa. Quisera eu conhecer as técnicas para envolver alguém a um personagem que criei.

Mas, por que estou falando isso? 

O livro que escolhi para resenhar aqui me fez pensar exatamente isto ao terminar a leitura. A publicação é especial. Especial porque foi presente de Dia dos Namorados de meu marido e também por ser de uma de minhas autoras favoritas. Navegue a Lágrima, de Letícia Wierzchowski, publicado pela Editora Intrínseca se tornou em uma das minhas publicações preferidas dos últimos tempos ~ acho até que eu teria que alterar o vídeo que fiz sobre as minhas leituras favoritas e incluir esta em primeiro lugar.


De alguma forma, a autora conseguiu me inserir na pele de Heloísa e me fazer sentir tudo o que ela sentia. A leitura foi intensa. Diferente de tudo aquilo que venho lendo. Desejei o livro desde quando o lançamento foi anunciado, e posso dizer que não me arrependi em nenhum momento. A espera toda valeu a pena. Se vocês me perguntarem eu diria que é uma história de tragédia, mas também, e muito mais, de amor.

Heloísa é uma editora que para lidar com o luto muda-se para uma casa em uma península uruguaia ~ outro motivo para eu achar a publicação especial. Minha viagem ao Uruguai foi uma das melhores de minha vida ~ Sem querer, ela adquire a casa de uma autora que ela aprecia muito: Laura Berman.

Naquela casa ~ característica dos romances de Laura, que faz os personagens brotarem daquele lugar ~ estão todos os porta retratos e memórias dos veraneios que os Berman passaram ali. E, aos poucos, Heloísa começa a encontrá-los no passado e a escrever a história daquela família.

A narrativa é contada em primeira pessoa. Foram poucos os diálogos, mas a maneira como a autora apresentou a história foi espetacular. Heloísa conversa conosco enquanto mistura a própria história de vida com a da família Berman.


A leitura foi intensa, porém fluiu muito rápido. Cada palavra me tocou profundamente. Saber o futuro da família Berman, de Laura e Leon, foi um dos motivos que me fez seguir em frente tão depressa. Algumas lições de vida também podem ser tiradas da publicação. O livro me fez pensar o por que escrevo. Estudei jornalismo porque queria mudar a vida das pessoas através das palavras. Porém,  com a rotina, acabei esquecendo disso. Ler Navegue a Lágrima me fez pensar e entender o poder que as palavras possuem em mim ~ não importa quantos caracteres o texto tiver.

E percebi que vivo para contar histórias, não necessariamente inventadas, assim como Laura, assim como Heloísa.


Outro ponto que não posso deixar de comentar por aqui é a diagramação do livro. Navegue a Lágrima é um dos mais lindos que tenho na estante. Diferente de tudo o que já vi, o texto não ocupa uma página por completo e as letras azuis deixam tudo ainda mais especial.

Resenha ~ Apenas um dia, Gayle Forman

Já comentei outras vezes por aqui que desde que li Se eu ficar virei fã da Gayle Forman. Sabe quando a gente pega um livro e não tem vontade de parar de ler? É mais ou menos assim que me sinto com ela. Não sei qual é o segredo da autora, mas me apego muito aos personagens.

Conheci a Mia, a Cody e agora me envolvi com a história de Allyson Healey, uma apaixonada pelas obras de Shakspeare, em Apenas um dia. Toda a trama inicia quando ela e a melhor amiga Melanie estão em uma viagem de verão pela Europa. O sonho de Allyson é poder conhecer Paris, mas por causa de uma greve geral, o grupo que elas participam acaba mudando o roteiro.


Contudo, é em um trem pela Inglaterra que a vida da jovem começa a se modificar. Allyson é a famosa garota "politicamente correta". Não faz nada que possa decepcionar os pais e anda sempre dentro das regras. Mas por apenas um dia ela resolve aventurar-se e conhece aquele Willen, aquele que julga ser o amor de sua vida.

Apenas Um Dia - A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro... Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos.

No decorrer da narrativa, Gayle Forman faz um trabalho excelente e retrata a transformação da personalidade de Allyson de uma forma sutil, de maneira que em nenhum momento a leitura ficasse cansativa.


Eu consegui dividir o livro em quatro momentos muito marcantes. Ao final de cada um deles ganhei um fôlego legal para prosseguir com a leitura. Esta foi mais uma daquelas narrativas das quais eu não consegui largar, porque flui de uma forma muito gostosa. Minha experiência foi muito boa, exceto com o final e espero, do fundo do meu coração, que a Apenas um ano supere o final aberto que a autora deixou.

Lançamentos literários Junho 2015 + desejado

Quem concorda comigo que o ano está passando voando? Maio está quase no fim e junho está com o pé na porta. Para o próximo mês, as editoras capricharam na publicação de livros. Por isso, separei alguns que estarão nas livrarias logo logo.

Isla e o Final Feliz, trazido ao Brasil pela Editora Intrínseca, é um dos que eu mais aguardo. De Stephanie Perkins, já li Ana e o Beijo Francês e Lola e o Garoto da Casa ao Lado. Todos me renderam momentos de descontração. Acho que assim como os demais, Isla não deve me decepcionar, até porque há participações especiais dos nossos queridos personagens das demais publicações da autora!


Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes. Com participações de Anna, Étienne, Lola e Cricket, personagens mais do que queridos pelo público apresentados em livros anteriores da autora, Isla e o final feliz é uma história de amor delicada, apaixonante e sedutora, um desfecho que vai fazer os fãs de Stephanie Perkins suspirarem ainda mais.

A Intrínseca também lança a edição comemorativa de Quem É Você, Alasca?, que ressalta os dez anos (!!!) do primeiro lançamento de John Green. Esta edição é capa dura e com cenas extras, cortadas da edição original. Ansiosa para poder ver de perto e contar tudinho depois! Ah, e a resenha de Quem É Você, Alasca? está aqui no blog, clique aqui para conferir.

Miles Halter estava em busca de um Grande Talvez. Alasca Young queria descobrir como sair do labirinto. Suas vidas colidiram na Escola Culver Creek, e nada nunca mais foi o mesmo. Miles Halter levava uma vidinha sem graça e sem muitas emoções (ou amizades) na Flórida. Ele tinha um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história. Uma dessas personalidades, François Rabelais, um poeta do século XV, disse no leito de morte que ia “em busca de um Grande Talvez”. Para não ter que esperar a morte para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para a Escola Culver Creek, um internato no ensolarado Alabama. Lá, ele conhece Alasca Young. Ela tem em seu livro preferido, O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, a pergunta para a qual busca incessantemente uma resposta: “Como vou sair desse labirinto?” Inteligente, engraçada, louca e incrivelmente sexy, Alasca vai arrastar Miles para seu labirinto e catapultá-lo sem misericórdia na direção do Grande Talvez. Miles se apaixona por Alasca, mesmo sem entendê-la, mesmo tentando sem sucesso decifrar o enigma de seus olhos verde-esmeralda.

Já falei quantas vezes aqui que Gayle Forman virou uma das minhas autoras favoritas? Com os dramas densos e cheios de histórias de amor ela me cativou. E, desta vez, é a Editora Arqueiro quem traz lançamento dela. Eu Estive Aqui vai estar nas livrarias, também em junho! A resenha também está aqui no blog, clique aqui para conferir.

Quando sua melhor amiga, Meg, toma um frasco de veneno sozinha num quarto de motel, Cody fica chocada e arrasada. Ela e Meg compartilhavam tudo... Como podia não ter previsto aquilo, como não percebera nenhum sinal? A pedido dos pais de Meg, Cody viaja a Tacoma, onde a amiga fazia faculdade, para reunir seus pertences. Lá, acaba descobrindo muitas coisas que Meg não havia lhe contado. Conhece seus colegas de quarto, o tipo de pessoa com quem Cody nunca teria esbarrado em sua cidadezinha no fim do mundo. E conhece Ben McCallister, o guitarrista zombeteiro que se envolveu com Meg e tem os próprios segredos. Porém, sua maior descoberta ocorre quando recebe dos pais de Meg o notebook da melhor amiga. Vasculhando o computador, Cody dá de cara com um arquivo criptografado, impossível de abrir. Até que um colega nerd consegue desbloqueá-lo... e de repente tudo o que ela pensou que sabia sobre a morte de Meg é posto em dúvida. Eu estive aqui é Gayle Forman em sua melhor forma, uma história tensa, comovente e redentora que mostra que é possível seguir em frente mesmo diante de uma perda indescritível.


Por fim, outro lançamento da Arqueiro me chamou  atenção. O que eu quero pra mim, de Lycia Barros, é uma história que trata de descobrimentos, e claro amor. Como tenho paixão por romances também entra nesta lista!

Alice é independente, bem-sucedida profissionalmente e muito ambiciosa. Além do sucesso no trabalho, tem um namorado que é o sonho de qualquer mulher: lindo, apaixonado, louco para se casar e ter filhos. Mas ela não é qualquer mulher, e acha que a carreira vem antes de tudo. Então, quando Casseano a coloca contra a parede e exige mais espaço em sua vida, os dois entram em um impasse e acabam se separando. Em poucos dias, Alice sente que o fim do relacionamento está sendo mais duro do que esperava. Para piorar, o trabalho entra em crise e sua sócia, preocupada com a saúde da amiga, a obriga a se afastar por um tempo. As férias a ajudarão a arejar a cabeça e voltar mais produtiva. Com tudo dando errado ao mesmo tempo, Alice aceita a sugestão e compra uma passagem para Londres. Chegando lá, mergulha numa profunda jornada de autodescobrimento e percebe o que realmente importa para ela.O que eu quero pra mim é um romance inspirador, que fala sobre a importância de conhecer a si mesmo e descobrir as próprias necessidades antes de trilhar de forma plena o caminho do amor.

BÔNUS!

O lançamento já é de maio, mas entra aqui como o desejado. Sou fã de Letícia Wierzchowski há anos. Desde que li A Casa das Sete Mulheres sou louca pelos livros dela. A maneira intensa como ela escreve é algo que me chama atenção. São personagens fortes e marcantes. Em maio, a Intrínseca lançou Navegue a Lágrima, que está com um trabalho gráfico lindo. Além da capa maravilhosa, o livro é todinho em letras azuis! Muito amor. O lançamento do livro foi na última semana, em Porto Alegre, mas ocorreu em uma terça-feira. Como trabalho, foi impossível percorrer os mais de 300 quilômetros para conseguir um autógrafo. Mas quem sabe um dia, não é? Por isso, o bônus é Navegue a Lágrima. Não porque seja difícil comprá-lo, essa é a parte fácil. O desejo mesmo é conseguir um exemplar autografado!

Uma casa de praia, num idílico balneário no Uruguai, é o cenário de duas histórias de amor e perdas, separadas no tempo. Consumida pelo luto, a editora Heloísa escolhe se afastar da cidade onde morava e levar uma vida de isolamento na residência de veraneio que pertenceu à Laura Berman, uma escritora consagrada. Entre muitos drinques, cercada de pertences e memórias dos antigos moradores, Heloísa começa a ser visitada pelas lembranças guardadas entre aquelas quatro paredes: a correria de crianças, dias de sol preguiçosamente passados à beira da piscina, o romance terno de Laura e seu marido Leon. Se é delírio ou magia, a nova moradora não consegue distinguir. Aos poucos, enquanto revira baús, ela mergulha no universo conflituoso da escritora, descobre pequenas traições cotidianas e o inexorável desgaste realizado pela passagem do tempo nas relações mais sólidas. Essa compreensão permite que, lentamente, Heloísa consiga enfrentar seus próprios fantasmas e desvelar a história de uma grande paixão.


{Resenha} I Was Here (Eu Estive Aqui) - Gayle Forman

Quando li Se eu ficar, não imaginava que eu ia me transformar em uma fã de Gayle Forman. Após a leitura, corri para a livraria comprar Para Onde Ela Foi. Na última semana finalizei mais uma obra da autora: I Was Here (Eu estive aqui). Este último ainda vai ser lançado no Brasil, pela Editora Arqueiro, por isso, li a obra completa em inglês. 

Comprei a edição de bolso britânica de I Was Here na Livraria Cultura, em Porto Alegre. Na verdade, eu nem procurava por ele, contudo, me chamou a atenção quando eu estava olhando o que havia na seção dos importados. 



Comecei a leitura com medo de não chegar ao final do livro por achar difícil compreender o enredo em outra língua. Mas, eu estava completamente enganada. A escrita e as palavras utilizadas pela autora são simples e segue (óbvio) os mesmos padrões das demais publicações de Gayle Forman

A autora gosta de escrever histórias e inserir músicos nela. Tanto em I Was Here quanto nos outros dois livros que li, há personagens fortes e que tocam em uma banda ~ e claro que as mocinhas os namoram (não, não é spoiler!).

Em I Was Here (Eu estive aqui), Gayle Forman cria um drama bastante denso, mas que mistura momentos de comédia e romance. O tema escolhido é polêmico. A história começa quando Cody lê a carta de suicídio da melhor amiga. Porém, ela não aceita a morte de Meg e tenta descobrir os reais motivos que a levaram a ser encontrada sem vida em um quarto de hotel. 

Cody é tem personalidade forte. Diferente da Mia (de Se eu ficar), é uma personagem mais profunda. É mais fácil sentir-se como a Cody e, por isso, eu acho, a leitura fluiu melhor. Cody é determinada e trabalha duro para conseguir alcançar os seus objetivos. E eu acabei torcendo muito por ela. 

Como a edição é de bolso, não há nada muito sofisticado

Nesta narrativa de Gayle Forman, eu senti momentos de profunda ansiedade, que me fizeram não querer largar o livro em nenhum só momento. Por isso eu recomendo vocês correrem para a livraria comprar Eu estive aqui assim que a Editora Arqueiro lançá-lo em português!

Vídeo Resenha Cidades de Papel

Meu marido e eu entramos na onda de produzir vídeos e colocá-los no Youtube! Produzimos um muito legal em que comentamos sobre a terceira temporada de Arrow e publicamos lá na Estante do Thiago! Então, também criei coragem para organizar meu antigo canal e utilizá-lo juntamente com o blog aqui!

Para "inaugurar"o canal, fiz um vídeo comentando sobre tudo o que eu achei ~  de bom e de ruim ~ sobre Cidades de Papel! Dá um play aí para conferir!

 

Na ponta do lápis, a criatividade


A onda dos livros interativos surgiu há algum tempo no Brasil. Lembro que comecei a ler sobre em alguns blogs de literatura com Destrua Este Diário, de Keri Smith. Na época, não interessei-me muito pela obra, afinal, questionava-me por que iria comprar um livro para rasgá-lo, pintá-lo, amassá-lo, ou qualquer outra coisa do tipo.

Percebi, então que este tipo de publicação invadia as livrarias pelo país e que muitos deles estavam entre os mais vendidos. Só Destrua Este Diário vendeu mais de meio milhão de cópias. Então, neste ano, um tal de Jardim Secreto tomou conta das redes sociais, sumiu das livrarias e teve mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos no país.

Um pequeno interesse surgiu em mim. Procurei por todas as livrarias na minha cidade e nada de encontrar o bendito. Em todos os lugares que ia, o livro estava esgotado. Em Porto Alegre fui em várias Saraiva, Fnac, Livraria Cultura e nada. O curioso: encontrei o livro no Giassi Supermercados. Não preciso dizer que corri para conseguir o meu exemplar.

A autora Johanna Bashford traz uma diversidade em detalhes e assim, é possível passar horas e horas pintando para deixar a obra uma perfeição. Como tenho um artigo de pós-graduação para terminar e o trabalho, não consegui pintar muitas páginas... ainda.






Outro livro interativo que está na minha estante é 1 Página de Cada Vez. Nele, o autor Adam J. Kurtz,  traz 365 atividades para serem completadas durante um ano. Cada um dos exercícios nos fazem pensar e realmente colocar em prática da criatividade. O livro nos convida a desenhar, escrever e fazer coisas que nunca havíamos antes feito.

Comprei primeiro o 1 Página de Cada Vez, mas confesso que ele ficou um pouco de lado depois que o Jardim Secreto chegou aqui em casa. Prometo que ainda vou terminá-lo.




Por fim, aderi à onda dos livros interativos e percebi que estas publicações não são intocáveis e nem imutáveis.

TAG - Confissões de um bibliófilo

Uma das coisas que eu mais adorava quando mantinha o blog de forma literária firmemente era responder a TAGs. Navegando pelo Livros e Blábláblá, encontrei uma muito interessante e fiquei com vontade de responder. A Juh Sutti respondeu em vídeo, mas como eu não sou muito amiga da câmera, vou fazer de forma escrita mesmo.



1 ~ Qual é o gênero de literatura que você se mantém longe?

Resposta: Difícil. Gosto de ler uma variedade de coisas. Quase tudo é bem vindo na minha estante. Mas alguns tipos de literatura não se encaixam comigo. Por exemplo, não curti as obras de literatura erótica e não gosto de livros de auto-ajuda. Também não me encaixo com os livros espíritas e nenhum outro cujo cunho seja muito religioso.

2 ~ Qual livro você tem na estante e tem vergonha de não ter lido?

Resposta: Tenho uma série de livros não lidos na minha estante. Acho que dos mais antigos, me envergonho de não ter lido algumas das obras de Dan Brown. Recentemente, de não terminar A Guerra dos Tronos ainda.

3 ~ Qual o seu pior hábito enquanto leitor?

Resposta: Meu pior hábito enquanto leitor é começar um livro e não terminar. Digo isso, porque já fiz com várias obras. Começo, leio 100 páginas e depois abandono e pego outro. E a história se repete. Tenho trabalhado nisso para conseguir me concentrar mais.

4 ~ Você costuma ler a sinopse antes de ler o livro?

Resposta: SIIM! Quando estou em uma livraria, me perco na quantidade de obras oferecidas e sempre fico em dúvida sobre qual livro irei levar para casa. Por isso, pego os que mais me chamaram a atenção e leio as sinopses.

5 ~ Qual o livro mais caro da sua estante?

Resposta: Acho que as primeiras edições de Harry Potter são os mais caros da minha estante. Na época, lá em 2001, 2002, 2003 e 2004, eles custavam muito caro durante o lançamento. Acho que chegava a ultrapassar os R$ 40. Ah, e tem também o primeiro livro da série Game Of Thrones. Comprei A Guerra dos Tronos por mais de R$ 50 (shame). Os demais, consegui em promoção nas Americanas por R$ 19,90 casa. Mas, fora estes, recentemente tenho pago uma média de R$ 30, ou menos, nos livros que compram.

6 ~ Você compra livros usados/em sebo?

Resposta: Ultimamente não tenho comprado tantos livros assim e os que eu comprei eram lançamentos. Mas antigamente, cansei de comprar em sebos. Havia alguns perto de casa.

7 ~ Qual é a sua livraria (física) preferida? 

Resposta: Minha livraria física preferida, com certeza, é a Livraria Cultura. Acho que tudo por lá me faz bem. O ambiente é agradável e igual em qualquer uma das filiais que eu vá. Além disso, lá é possível encontrar as mais diversas obras, em edições nacionais e importadas. Já gastei muito meu dinheiro por lá e encontrei livros que não encontro em outros locais.

8 ~ Qual é a sua livraria online preferida? 

Resposta: Não sou muito fã de comprar os livros online. Uma vez comprei na Saraiva e nunca recebi, outra vez comprei no Submarino, veio com a lombada estragada. Mas, entre todos, acho que prefiro acho que ainda prefiro o Submarino e a Livraria Cultura.


9 ~ Você tem um orçamento (mensal) para comprar livros?
Resposta: Não. Compro sempre que "me dá na telha"

Navegue a Lágrima

Conheci o trabalho de Letícia Wierzchowski não faz muito tempo. Entretanto, o tempo foi suficiente para que meu coração se enchesse de euforia a cada vez que vejo um lançamento ser anunciado. E assim fiquei na última semana quando a autora publicou no Facebook a capa de Navegue a Lágrima.

O novo romance de Letícia tem este como previsão este mês  estar disponível nas livrarias de todo o Brasil. Contudo, a obra já pode ser adquirida na pré-venda de alguns sites, como o da Livraria Saraiva.

É comum nas histórias da autora gaúcha, pelo menos naquelas que li, uma casa ser o palco principal da narrativa. Foi assim em A Casa das Sete Mulheres, foi assim em SAL e será assim em Navegue a Lágrima.


A nova trama apresentará aos leitores a trajetória de Heloísa, que decide sair de São Paulo e viver em uma península uruguaia. Ela ocupará a casa de uma família que conheceu de longe, mas lá estarão os fantasmas dos antigos ocupantes? A resposta só depois de ler o romance.

Tal como SAL, almejo uma narrativa intensa e que retrate os personagens de uma forma profunda e tocante. Espero, assim como aquelas que ocupavam A Casa das Sete Mulheres, que esperavam anos pelos seus homens em batalha, que sejam fortes.

ps: Como a vida é feita por esperas, aguardo uma sessão de autógrafos em Porto Alegre, e em um dia de folga, para rodar tranquilamente os mais de 300 quilômetros. Tudo isso para poder ganhar um autógrafo!


Passado em transformação para um presente com novas histórias

Se não na memória, fisicamente a história é apagada. Nas cidades em crescimento, as casas de nossas infâncias são destruídas e dão lugares a prédios e os terrenos em que morávamos acabam servindo de lar para várias famílias. Dia desses, levantei pensando sobre o assunto e de como o nosso passado é acabado sem piedade.

Se não fosse por leis para proteger o patrimônio histórico, o que é antigo já não existiria mais. Abri a janela do meu quarto e percebi que uma das únicas casas que haviam sobrado em minha rua era desmanchada para, provavelmente, dar lugar a um novo prédio.

 
Vintage


Ali já não havia mais um casal de velhinhos, nem seus netos brincando no gramado. E as festas de famílias, onde eles estariam reunidos agora? As pessoas que ali cresceram provavelmente guardarão as lembranças na memória, ou quem sabe nos álbuns de fotografia que estão no fundo dos armários. Mas, não poderão mais sentir o lugar que por muito os fez feliz.

 
Old & worn


Quantas foram as festas de Natal e outros momentos felizes que a família ali viveu? Quantos foram os filhos que ali cresceram? Quais os foram os motivos das brigas que ocorreram?A casa que ali foi construída dará lugar a um prédio e aquele espaço fará outras famílias felizes. E no fim tudo ficará só na memória. Vou guardar meu horizonte antes que ele seja substituído por um conjunto de janelas em construção.

Resenha ~ Cidades de Papel ~John Green

Meu primeiro contato com as histórias de John Green ocorreu em 2012, quando li A Culpa é das Estrelas. Fiquei dias com um nó na garganta e matutando sobre a narrativa. Na época, o livro tinha virado febre e eu queria saber o motivo de tantos comentários. Foi então que conheci uma das histórias mais tristes que já li.

A narrativa de Green me proporcionou momentos de risadas e de lágrimas ~ que literalmente escorriam pelo meu rosto. Tive uma experiência semelhante, anos mais tarde, quando li Quem é Você Alasca?, que me apresentou personagens instigastes.

 Quando comprei Cidades de Papel, 1) porque a trama vai virar filme e 2) porque sentia a necessidade de ler mais um livro de Green, criei uma expectativa muito grande. Mas como a vida acaba nos ensinando, nunca crie expectativas. As minhas não foram correspondidas.


Queria muito ter sido surpreendida, mas isso não aconteceu e Cidades de Papel se tornou apenas mais um livro na estante. Como de costume, a narrativa é em primeira pessoa, e quem dá vida à obra é Quentin. No último ano do Ensino médio, ele embarca em uma das maiores aventuras de sua vida. 

Quentin costuma dizer que todo mundo tem um milagre, e o dele era ser vizinho de Margo, uma jovem destemida e bastante curiosa. Quando pequenos, os dois eram bastante ligados, mas com o passar do tempo a relação dos dois se torna bastante cordial. Porém, uma certa noite, Margo invade a janela de Quentin e os dois embarcam em uma aventura.

Contudo, o que ele não imaginava era que depois disso, ele não mais a veria. Margo havia sumido da cidade, da escola e parecia que ninguém era capaz de encontrá-la. Mas Quentin acaba encontrando várias pistas e resolve seguí-las. E é nesta parte que Green deixa a narrativa um tanto quanto maçante. Parece que a história não desenvolve e então, para mim, o livro acabou tornando-se chato. De qualquer forma, eu recomendo a leitura, que de alguma forma pode render um pensamento diferenciado.

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