Entre amor, amizades e ameaças terroristas, 24 horas conquistou meu coração

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Não consigo encontrar outra maneira de começar esse texto sem dizer Oh, My God! com respiração ofegante, como a de quem acabou de correr uma maratona. É bem assim que eu me sinto depois de assistir a nove temporadas e um filme de 24 horas.

A série é de 2001, mas assisti somente nesse ano. Foram quase seis meses intensos na companhia do nosso agente federal preferido: Jack Bauer. Iniciei a jornada sem muitas expectativas, acreditando que não iria gostar. Séries policiais nunca fizeram meu estilo. Mas quem diria, eu que só gostava de dramas bobos acabei apaixonada por tudo.



Me envolvi nos 204 episódios, durante 146,2 horas ou 6,15 dias. Foi tão intenso que nunca deixei de gostar dos personagens como Tony, Chloe, Kim, Chase, Michelle, Palmer, Bill, Logan, Curtis, Aaron, Renné, Audrey e James Heller. Pena que, muitas vezes, nossos favoritos são levados a destinos diferentes daqueles que imaginávamos.

Acompanhei a evolução de Bauer de perto e criei afeição por ele. Aquele homem, que coordenava a Unidade Contra Terrorismo (UCT) de Los Angeles, se torna cada vez mais humano com o passar do tempo. Vi ele chorar, vingar mortes e lutar por justiça. Pena que o mundo é injusto.

Criei afeição por tudo e por todos. Criei carinho por cada presidente que teve que gerenciar uma ameaça contra a nação. Até que chegamos ao último presidente, ao último episódio, a última movimentação do relógio.

Não sei se consigo falar sobre as últimas cenas sem contar algum spoiler, por isso não comentarei. Mas afirmo que fiquei órfã da série, tanto quanto fiquei órfã de Lost. Do fundo do meu coração, rezo para que a Fox produza mais uma temporada e continue a história de Bauer.

Última temporada à venda na Fnac em Belo Horizonte

- Angelica

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