[vida saudável] Motivação por alguns quilos a menos

A gente sempre ouve aquela velha história: depois que casa, engorda. Eu cheguei até a pensar que fosse mentira, mas, foi mero engano. Tanto eu quanto o Thiago engordamos um pouquinho nesses sete meses de casamento. Na verdade, quando voltamos de Buenos Aires estávamos com alguns quilos a mais na balança.

Um dos pontos que pesou bastante foi eu querer aprender receitas novas para surpreender no almoço. Depois vieram os lanchinhos à noite, quase de madrugada, idas ao Subway, Burguer King, McDonald`s, pizzarias e afins. Percebemos que estávamos ultrapassando os limites quando nossas roupas não nos serviam mais.

Nós, em uma das primeiras corridas/caminhadas no parque 

O problema estava ficando sério. Para tentar amenizar, além de começar a maneirar aquilo que comíamos, procuramos alguma atividade física para auxiliar. Eu entrei na aula de Muay Thai, e por incrível que pareça, estou há quatro meses ininterruptos! Posso dizer que tenho gostado bastante. Comprei roupas, luvas, tênis e bandagens novas para me motivar ainda mais!


Antes/depois do Muay Thai

O Thiago, por sua vez, encontrou na corrida uma forma de se mexer. Diria que é uma válvula de escape. Eu, de vez em quando, o acompanho, mesmo que o meu tempo seja péssimo! Com nossa perseverança, acho que em um futuro não tão distante encontraremos o nosso peso ideal. Muito além da estética, o cuidado na alimentação, bem como nas atividades físicas, é essencial para manter a saúde física e mental em dia!

Essa é a nossa vista durante as corridas/caminhadas

Entre amor, amizades e ameaças terroristas, 24 horas conquistou meu coração

Não consigo encontrar outra maneira de começar esse texto sem dizer Oh, My God! com respiração ofegante, como a de quem acabou de correr uma maratona. É bem assim que eu me sinto depois de assistir a nove temporadas e um filme de 24 horas.

A série é de 2001, mas assisti somente nesse ano. Foram quase seis meses intensos na companhia do nosso agente federal preferido: Jack Bauer. Iniciei a jornada sem muitas expectativas, acreditando que não iria gostar. Séries policiais nunca fizeram meu estilo. Mas quem diria, eu que só gostava de dramas bobos acabei apaixonada por tudo.



Me envolvi nos 204 episódios, durante 146,2 horas ou 6,15 dias. Foi tão intenso que nunca deixei de gostar dos personagens como Tony, Chloe, Kim, Chase, Michelle, Palmer, Bill, Logan, Curtis, Aaron, Renné, Audrey e James Heller. Pena que, muitas vezes, nossos favoritos são levados a destinos diferentes daqueles que imaginávamos.

Acompanhei a evolução de Bauer de perto e criei afeição por ele. Aquele homem, que coordenava a Unidade Contra Terrorismo (UCT) de Los Angeles, se torna cada vez mais humano com o passar do tempo. Vi ele chorar, vingar mortes e lutar por justiça. Pena que o mundo é injusto.

Criei afeição por tudo e por todos. Criei carinho por cada presidente que teve que gerenciar uma ameaça contra a nação. Até que chegamos ao último presidente, ao último episódio, a última movimentação do relógio.

Não sei se consigo falar sobre as últimas cenas sem contar algum spoiler, por isso não comentarei. Mas afirmo que fiquei órfã da série, tanto quanto fiquei órfã de Lost. Do fundo do meu coração, rezo para que a Fox produza mais uma temporada e continue a história de Bauer.

Última temporada à venda na Fnac em Belo Horizonte

- Angelica

[resenha] Se eu ficar - Gayle Forman

"Se eu ficar", assim como "Quem é você Alasca?" foi adquirido na loja da Fnac, em Belo Horizonte. Da mesma forma que a Livraria Cultura me encanta, a Fnac também me faz gastar bastante dinheiro. Mas, falando sobre o livro, discursar sobre a obra de Gayle Forman não vai ser nada fácil.

A autora criou uma narrativa diferente daquelas que estou acostumada para contar uma história de amor. Não apenas aquele amor que existe entre um homem e uma mulher, mas o amor existente entre famílias e amigos.

Em primeira pessoa, a personagem Mia narra a história através de flashbacks, enquanto está em coma, presa em um leito de hospital. O livro tem momentos alternados entre o presente e fatos ocorridos no passado.



Não é segredo para ninguém que os pais da garota, de apenas 17 anos, morreram durante um acidente de carro, o qual ela também estava e foi a única sobrevivente. Enquanto ela observa a chegada dos parentes e amigos e conta histórias sobre eles, durante boa parte do livro Mia aguarda ansiosamente a chegada do namorado Adam ao hospital. Naquela noite eles iriam se encontrar para irem ao show da banda dele.

A luta de Mia é para ficar viva, tentar voltar a sentir algo. E ela sentiu ao chegar perto de Adam. Ao longo do história, a menina passa por cirurgias, fica junto aos avós e amigos, que a querem bem. Relembra sua paixão pela música clássica e pelo violoncelo.

Gayle irá te fazer viajar por um mundo mágico, um mundo de amor. De uma forma sutil, ela contará o amor verdadeiro entre Mia e Adam e como a música os uniu. "Se eu ficar"é o primeiro livro da autora publicado pela Editora Novo Conceito. Logo logo será lançada a continuação: "Para onde ela foi".



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